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Curitiba, 11 de dezembro de 2017
 
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Data: 27/09/2017 - 17:44:19

Audiência de Finanças: Curitiba perde
R$ 4 mi sem reparcelar dívida com IPMC

  • “Em 2012, tínhamos 587 equipamentos públicos. Em 2017, são 614. Todo esse custeio mensal é absorvido pela prefeitura”, comentou Vitor Puppi, das Finanças. (Foto: Chico Camargo/CMC)

“A cada mês que não é aprovada, a cidade perde R$ 4 milhões”, disse o secretário de Finanças de Curitiba, Vitor Puppi, pedindo pressa aos vereadores na aprovação da iniciativa do Executivo que reparcela a dívida da administração com o IPMC (Instituto de Previdência dos Servidores do Município de Curitiba). Ele esteve no Legislativo, nesta quarta-feira (27), para a prestação de contas da prefeitura à Comissão de Economia, Finanças e Fiscalização.

>> Na audiência de Finanças, Prefeitura diz ter equilibrado as contas

“Essa lei em trâmite (leia mais), é consequência de uma conquista da frente nacional dos prefeitos e autoriza o alongamento das dívidas [previdenciárias] de 60 para 200 meses. É vital para Curitiba, pois esses R$ 4 milhões são a diferença entre o número dessas parcelas”, disse Puppi. Protocolado no dia 24 de agosto, o projeto (005.00314.2017) tramita em regime de urgência e tem 45 dias para análise das comissões antes de ir para votação em plenário. Por ora, está na Comissão de Legislação, onde sofreu pedido de vista de Noemia Rocha (PMDB), e deverá passar por Economia e Serviço Público antes de ir a plenário.

O pedido por rapidez concluiu um raciocínio no qual o secretário de Finanças comemorava o fato de que, “pela primeira vez”, os aportes da prefeitura no IPMC constariam no orçamento de Curitiba. “Em 2018, vamos colocar pela primeira vez, no orçamento da cidade, a previdência municipal. Os aportes do IPMC jamais foram colocados no orçamento do Município. Serão R$ 313 milhões”, disse, antes de detalhar a dívida do Executivo com o órgão.

“O Município acumulou, entre 2015 e 2016, em torno de R$ 500 milhões em valores que não foram repassados ao instituto. Foram parcelados R$ 230 milhões na gestão passada, mais R$ 92 milhões referentes à contribuição patronal de dezembro que não foi paga pela gestão anterior e nós tivemos que parcelar no início do ano, e também existem mais R$ 145 milhões que também queremos parcelar”, apontou. Todos esses valores seriam atingidos pelo reparcelamento em tramitação no Legislativo.

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Texto:   José Lazaro Jr.
Revisão:   Filipi Oliveira
 
Reprodução do texto autorizada mediante citação da Câmara Municipal de Curitiba.


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