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Curitiba, 28 de janeiro de 2020
 
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Data: 29/11/2019 - 11:20:05

“Não precisamos ser reféns do
subconsciente”, dizem parapsicólogos

  • A iniciativa do evento foi do vereador Tito Zeglin, para quem a parapsicologia apresenta um expressivo potencial no tratamento de transtornos mentais. (Foto: Rodrigo Fonseca/CMC)
  • A Câmara Municipal de Curitiba (CMC) realizou nesta quinta-feira (28) uma reunião com o tema “A parapsicologia e os segredos de uma vida melhor”. (Foto: Rodrigo Fonseca/CMC)
A Câmara Municipal de Curitiba (CMC) realizou, na tarde desta quinta-feira (28), uma reunião com o tema “A parapsicologia e os segredos de uma vida melhor”, ministrada por Rita Bonkoski e Flávio Wosniak, ambos parapsicólogos clínicos, de iniciativa de Tito Zeglin (PDT). No entendimento do parlamentar, a parapsicologia apresenta um expressivo potencial no tratamento de transtornos mentais. Mas para que ela seja útil, é necessário que as pessoas entendam o papel que desempenham o lado consciente e o subconsciente da mente.

De acordo com a parapsicóloga clínica Rita Bonkoski, a parapsicologia surge no final do século XIX e ganha impulso graças aos esforços do pesquisador Joseph Banks Rhine. Ainda segundo ela, antes dessa sistematização, a parapsicologia era chamada de “metafísica”. Rita explicou que a parapsicologia é a ciência que estuda os fenômenos paranormais, que são os eventos que extrapolam os limites do que consideramos normal, como por exemplo, visões, aparições e pressentimentos. Esses fenômenos podem ser negativos ou positivos. Para Rita, tais fenômenos podem ajudar as pessoas na tomada de decisões.

Rita explicou que a parapsicologia é estudada sob 3 óticas. A primeira delas é a escola católica de parapsicologia, cujo maior representante foi o Padre Quevedo. Outra corrente é a escola espírita, que relaciona os fenômenos com a capacidade mediúnica da pessoa. E também há a escola científica, que trabalha a parapsicologia a partir da paranormalidade, que é inerente a todos os seres humanos (alguns mais, outros menos). Paranormalidade é o potencial mental desencadeador dos fenômenos paranormais e, paranormal é quem produz os fenômenos. Ela mencionou os fenômenos de percepção extrassensorial como é o caso da telepatia, isto é, a transmissão de pensamento. Além disso, de acordo com ela, há a intuição; a pré-cognição; a pós cognição; a clarividência e a bilocação de consciência, isto é, a viagem para fora do corpo.

A parapsicóloga mencionou fenômenos de psicocinesia como a levitação; o aporte (quando um objeto desaparece de um lugar e aparece em outro local); combustão espontânea; e curas psíquicas. “É bom ser paranormal? Todos somos. Todos temos essa capacidade natural mas alguns têm a capacidade mais desenvolvida, como um talento”, explicou. Para ela, a mente humana é a grande fonte da energia que desencadeia esse fenômenos. Rita esclareceu que a mente se divide em função consciente (que lida com o presente) e subconsciente (que lida com o passado e futuro). “90% dos pensamentos são involuntários e são oriundos do subconsciente”, disse a parapsicóloga, que complementou dizendo que a mente consciente é racional e começa a se desenvolver a partir dos 3 anos. Já a mente subconsciente é mecânica, automática e instintiva. O subconsciente é gestor de nossos modelos mentais e existe desde o embrião. De acordo com ela, trazemos programações dos antepassados. “Não precisamos ser reféns do subconsciente”, disse Rita

Para fugir às programações do subconsciente, a parapsicóloga mencionou alguns métodos como o da repetição. De acordo com ela, repetir para si mesmo frases positivas estimula o lado consciente. Há também a programação com a imaginação. “A mente não distingue imaginação da realidade”, disse ela. Outro método é o da compreensão, usado na parapsicologia pra lidar com os bloqueios, inseguranças, ansiedade, depressão e a síndrome do pânico. Por fim, há a hipnose, ferramenta bastante usada na parapsicologia.

Sugestões

Para o parapsicólogo Flávio Wosniak as pessoas devem procurar um despertar para a consciência, no intuito de lidar com sofrimentos e mágoas. “Vivemos no automático e para sair disso é necessário ir para o caminho da consciência”. Segundo ele, uma forma de lidar com problemas psicológicos, é reprogramar o subconsciente. Segundo ele, ninguém sente desespero e angústia porque quer. Está tudo no subconsciente e, muitas vezes, as raízes de uma depressão podem ser encontradas ainda no ventre da mãe. É necessário criar o hábito de verificar os próprios sentimentos. “Quem faz yoga aprende a perceber seus sentimentos e entender os pensamentos”, disse ele. Wosniak é necessário não se deixar dominar pelos sentimentos. “Não faça o que seu coração manda (isso é deixar o subconsciente tomar o controle)”, afirmou.

O parapsicólogo alertou para as armadilhas do ego, um “eu falso” que todos temos. De acordo com Wosniak, o ego se apega ao que não dura pra sempre e funciona por apego ou oposição. Ele listou uma série de ações que podem contribuir para que o lado consciente da mente se torne mais ativo: dar a atenção que cada pessoa precisa; perceber o ego nos outros; perceber o quanto estão inconscientes; não julgar; não criticar; não condenar;  não rejeitar ou tentar mudar as pessoas; não criar inimigos; não levar para o lado pessoal; distinguir erro e culpa. Wosniak ainda sugeriu que as pessoas deveriam aquietar-se; fazer silêncio; observar a natureza. O parapsicólogo também destacou   que duas formas de se atingir o controle do lado consciente da mente são a meditação e a oração.


Texto:   João Cândido Martins
 
Reprodução do texto autorizada mediante citação da Câmara Municipal de Curitiba.


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